True Blood, ao contrário de Moonlight, tem estofo, uma premissa interessante – numa época em que sangue sintético é vendido em garrafas, os vampiros decidiram sair das sombras... Bom, nem tanto... – e um casal que pega fogo (Anna Paquin, a Vampira de X-Men e Stephen Moyer, uma belezura). Sookie (Paquin) é uma garota que sofre desde a infância com sua habilidade de ler mentes, já que muitas vezes ouviu coisas que não queria. Quando encontra Bill (Moyer) sente pela primeira vez na vida uma calma, uma paz porque, não se sabe a razão, ela não “lê” a mente de vampiros. E esse sossego, esse silêncio fazem a moça cair de quatro pelo dentuço, que até segunda ordem é um crava-dentes do bem, adepto do sangue sintético. Mortes, assassinatos em série, muita cena de ação – sexual ou não – violência e sangue fervendo. Atenção para dois pontos sensacionais da série: a abertura profana ao som de “Bad Things” (de Jace Everett) e os finais dos episódios, todos surpreendentes que deixam a gente a roer até os ossos esperando pelo próximo capítulo.
Momento girlie: Bill, I wanna do bad things to you! ;)

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